De 12/05/2008 a 14/05/2008 :
1o. Dia : Burano - Murano - Ponte Rialto – Igreja dos 12 Apóstolos – Igreja Santa Maria Gloriosa – Praça de São Marcos
2o. Dia : Basílica de São Marcos – Basílica de Santa Maria della Salute – Igreja de San Barnaba – caminhada pelas ruas, Galeria della Academia, Guggenheim
Dicas :
Albergue : Dimora Serenissima. Albergue diferente, com uma central onde se pega a chave e te dão o endereço de um quarto em outro ponto da cidade. Dentro do quarto tem biscoitos e café para o café da manhã. Tanto a recepção quanto o quarto eram bem localizados. Quarto confortável e limpo e por um preço alto, mas abaixos dos padrões de Veneza. Marquei tudo por email, já que no site não tinha mais vaga. Aliás essa um boa dica: mesmo com o Hostels.com ou outro site qualquer não tendo mais vaga, se não houverem mais opções, é bom mandar emails separados para cada albergue, pois eles podem ter vagas em aberto.
Como chegar : Vindo de Viena uma das melhores maneiras que encontramos foi o trem noturno. Aliás era o que faltava para conhecermos em matéria de transporte ! O trem sacode bem mas você se acostuma com o balanço e quando chega parece que ainda está balançando. Fica com essa sensação por algumas horas. Mas dormimos tranquilamente. O único problema é que é caro, então você tem que dividir a cabine com outras pessoas. No nosso caso mais duas. O preço sai pelo custo de uma noite no albergue, só que você já amanhece em Veneza e não perde tempo com a viagem. Como tínhamos pouco tempo em Viena para nós foi perfeito, aproveitamos o dia inteiro antes de viajar. E a viagem é longa, só não me pergunte por onde passamos, pois dormi direto ! E mesmo com algum passe de trem você tem que pagar, no nosso caso tínhamos o passe que cobria somente a Áustria, então pagamos um pouco menos.
Murano e Burano : Pegando um bom clima em Veneza essas duas ilhas são ótimos passeios. Burano é linda, com suas casas coloridas e Murano tem os famosos vidros, verdadeiras obras de arte, inclusive exibidas no meio das ruas. Você logo pensa como algo de vidro pode resistir no meio da rua.
Vaporetos : Lá é o único meio de transporte. Compre logo um ticket para o número de dias que for ficar na cidade. E acostume-se com o jeito italiano: eles vão gritar sempre no seu ouvido : “Al fondo!” para você ir para o fim do barco e liberar as entradas ! Custou 30 euros pra 3 dias.
Caminhadas : Ir em Veneza = se perder. Impossível, por melhor que seja o mapa, você se localizar nas ruelas e becos. Quando você acha que se encontrou, que nada, você está perdido ! É assim, faz parte da cidade. Tire um dia inteiro para andar e se perder pelas ruas de Veneza !
Museus : Existem bons museus em Veneza, como a Academia e o Guggenheim, mas como íamos para Florença decidimos curtir mais os passeios a pé.
Gôndolas : Romantismo pra nós tinha limite. 120 euros por um passeio de 15 minutos por meia dúzia de canais não dava ! Entramos num vaporetto vazio, fomos pra área aberta no fundo num belo dia de sol e fingimos que estávamos numa gôndola ! Também foi muito romântico, obrigado. Podem me chamar de pão duro !
Causos :
Trem noturno : Não poderíamos ter um companheiro de cabine melhor : um japonês. Nem dava pra ouvir que tinha alguém conosco. Mas conversamos bastante, ele morava nos EUA e estudava engenharia. Disse que no Japão engenheiro ganha mal, então queria continuar nos EUA ou ir pra Europa.